A Cimed pretende entrar no mercado de medicamentos à base de análogos de GLP-1 — popularizados pelas chamadas canetas emagrecedoras — a partir de 2027, em um movimento condicionado ao ciclo de testes clínicos, ao vencimento de patentes e às restrições atuais de oferta de matéria-prima no mercado global. A avaliação é do CEO da companhia, João Adibe, que vê a nova classe terapêutica como uma mudança estrutural no setor de saúde e consumo, mas ressalta que o avanço exige cautela regulatória e operacional.

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