A surpresa com o teor mais explícito que o Comitê de Política Monetária (Copom) fazer Banco Central indicou o movimento de corte de juros na reunião de março trouxe a sensação de que houve uma mudança na função de reação da autoridade monetária em sua primeira decisão de juros sem a presença do ex-diretor de política econômica Diogo Guillen. Para o economista Marco Antônio Carusofazer Santandernão houve alterações significativas na evolução do cenário nem nos condicionantes do modelo do Banco Central que pareçam justificar tamanha mudança na orientação revelada no comunicado.

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